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Entrevista com Paula Harraca, Diretora de Estratégia, ESG, Inovação e Transformação do Negócio da ArcelorMittal


Paula Harraca nasceu na Argentina, em Rosário – cidade localizada na província de Santa Fé, região central do país -, e tem uma trajetória marcada pelo esporte, empreendedorismo e pelo mais autêntico “self-made woman”

Formada em Ciências Empresariais (Universidad Austral, Argentina); Máster em Direção de RH e Gestão do Conhecimento (Universidade de León, Espanha), Coach Executiva Organizacional (International Coaching Federation); e Finance for Executives (Wharton University, USA), a executiva acaba de assumir um novo desafio: Chief Future Officer da ArcelorMittal.

A recém-criada Diretoria de Estratégia, Inovação e Transformação do Negócio na operação brasileira da ArcelorMittal, líder mundial em soluções de aço, é chamada internamente de “Diretoria do Futuro”, e vai ao encontro de sua visão profissional: inspirar as pessoas e as organizações na busca de sua melhor versão.

Paula também é Presidente Executiva da Fundação ArcelorMittal Brasil, e do Açolab, primeiro Hub de inovação aberta da indústria mundial de aço. Além disso, é conselheira da AMCHAM-MG (American Chamber Minas Gerais), e da UNA, Instituição de Ensino do Grupo Ânima.

Em entrevista concedida à Revista G4 Club, Paula Harraca, conta sua história, permeada pelos impactos positivos do esporte e pelo propósito de transformar e humanizar os negócios.

Índice:

Quem é a Paula Harraca?

Eu me considero uma eterna aprendiz, sou movida por causas e valores. Meu propósito é promover transformações e humanizar os negócios.

Você era atleta de hóquei na grama. Qual foi a importância do esporte para a sua formação?

O esporte tem sido muito importante para mim desde pequena, e estimulou valores essenciais para minha formação e para minha vida como: o valor do time, pois ninguém atinge nada sozinho, a importância do treinamento e da dedicação, ingredientes fundamentais para a própria superação, a compreensão sobre ir além da intensidade, visto que é preciso de constância, disciplina e muita perseverança para superar a si mesmo constantemente.

Além disso, a humildade para aprender com as derrotas, identificando os pontos que precisavam ser melhorados, e humildade também para lidar com as vitórias.

Especificamente como goleira, aprendi uma bela analogia do que vivi depois por mais de 10 anos na área de gestão de pessoas, pois o (a) goleiro (a)  do time tem um papel muito peculiar: se ele / ela faz seu papel de não deixar a bola entrar, costuma não ser percebido / reconhecido – é obrigação, mas quando leva um gol é criticado. 

Essa talvez seja uma das mais importantes lições: 

“Fazer bem feito é nossa obrigação. Precisamos ir além, nos superarmos continuamente e surpreender todas as expectativas se queremos atingir um diferencial competitivo”.

Você sofreu uma lesão que atrapalhou sua carreira no esporte. Como foi mudar de perspectiva e focar na vida acadêmica?

Eu estava no auge da minha carreira como atleta.  Com 17 anos já jogava na 1ª divisão do Jockey Club de Rosario, tínhamos sido campeãs, jogava na seleção regional do Litoral e tinha sido convocada para jogar na seleção nacional Júnior. 

Cheguei a jogar com grandes atletas da geração de jogadoras das “Leonas” (como é conhecida a seleção Argentina feminina de hóquei sobre grama), bicampeã mundial no esporte. 

Em razão de uma forte lesão no ombro (que acabou com duas cirurgias e mobilidade reduzida após 40 luxações), não consegui ser a goleira do time nacional júnior, nem participar dos Jogos Pan-Americanos, além do que poderia ter vindo após.

A frustração e decepção foram gigantes, mas, com o tempo (e algumas sessões de terapia), consegui ressignificar essa porta que se fechou, e entender que uma outra muito maior se abria na minha frente: isso me permitiu focar nos estudos e em minha formação acadêmica e profissional, e iniciar minha carreira como “atleta corporativa”. 

Conta mais sobre o início da sua carreira profissional.

Eu ingressei no curso de Administração de Empresas pela Universidade Austral, entrei no vestibular com a melhor nota, ganhando com isso 50% de bolsa, e fiz de tudo um pouco para pagar meus estudos.

Fui secretária e até distribui panfletos na “praia” às margens do Rio Paraná e no Boulevard Oroño (marcos históricos de Rosário). Fiz estágio por 2 anos em uma agência marítima e, em seguida, iniciei minha carreira no mundo corporativo com 22 anos na Acindar (subsidiária da ArcelorMittal na Argentina), como Trainee. 

Naquela época, eu e uma funcionária da limpeza éramos as únicas mulheres na área de Aciaria, unidade em que um mix de sucata e ferro-esponja (direct reduced iron) são transformados em aço. Entrei com muita vontade de aprender e com o sonho de algum dia me tornar responsável pelo RH. 

Os conselhos da minha mãe na entrevista final do processo seletivo me acompanham como parte do meu DNA até hoje: “seja você mesma. Se sendo você, não for escolhida, esse lugar não é para você, e nunca abra mão dos seus valores”. 

Após seis meses, o vice-presidente industrial me chamou para conversar: “o Gerente da Aciaria fala muito bem de você, então quero te conhecer”. E, ao final da conversa, me convidou para trabalhar com ele.

Ele disse: “daqui a umas semanas você vai ao Brasil para ser treinada em Seis Sigma (método que reúne ferramentas estatísticas e de alta performance a fim de orientar gestores e gerentes de produção em direção à busca contínua por melhorias), e aí começou meu aprendizado do português e meu vínculo com este país maravilhoso que escolhi como lar faz 10 anos.

Você está fazendo carreira na ArcelorMittal. O que fez a diferença para você atingir essas conquistas?

Primeiro: minha dedicação e entrega. Sempre busco e busquei superar as expectativas e acredito que tenho feito isso consistentemente, ao longo dos anos, independente do país, do chefe ou do cargo. Segundo: minha presença ativa e vivência plena de cada experiência. 

Tenho atuado nas áreas de Modelo de Gestão, Industrial, Melhoria Contínua, Gestão de Pessoas, Sustentabilidade, Inovação, Comunicação, Investimento social, Estratégia e Assessoria Executiva do CEO, entre outras, em seis países diferentes: Argentina, Trinidad e Tobago, Canadá, Espanha, Luxemburgo e o Brasil.

Mas não são as áreas nem os cargos que determinam a bagagem, mas sim o que eu consegui aprender e como contribui, me entregando em cada uma dessas experiências.

Terceiro: meu comprometimento. Eu penso na empresa, como se eu fosse a dona, e tomo minhas decisões pautada nisso. Primeiramente, penso no coletivo, no time, na organização. 

Existe muita gente que coloca a si mesmo antes de tudo (ego, medos, inseguranças, vaidades), mesmo que de forma inconsciente. Isso costuma gerar um desgaste de energia imenso, além de decisões erradas baseadas em motivos egoístas e míopes.

“Finalmente, eu acredito que só existe um concorrente para mim: quem eu fui ontem. Essa mentalidade de melhoria contínua e de aprendiz me faz procurar as respostas para o que não sei o tempo inteiro, com humildade para escutar, generosidade para compartilhar, responsabilidade para me comprometer e coragem para ousar, inovar e ser diferente.”

Como a ArcelorMittal está incentivando a maior igualdade entre os gêneros? Você faz parte dessas iniciativas?

No Grupo ArcelorMittal o assunto faz parte das nossas políticas há vários anos. Já no Brasil, lançamos o Programa de Diversidade & Inclusão em 2019 focado em quatro grupos de afinidade: Pessoa com Deficiência, Equidade de Gênero, Diversidade Racial e LGTI+. 

Faço parte, sim. tenho sido Madrinha do Grupo de Afinidade de Gênero até agora e, recentemente, criamos uma gerência de Cultura, Diversidade e Inclusão que é ligada a mim. 

Começamos faz dois anos com uma jornada que trouxe o assunto para a pauta da alta liderança da empresa, com a criação de um comitê nacional, para definir a estratégia do programa – quatro grupos de afinidade, e um time de voluntários que hoje conta com mais de 1.000 pessoas de todas as áreas da empresa.

Em 2020, firmamos nossa adesão à ONU Mulheres, ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTQIAP+, à Rede Empresarial de Inclusão Social (focada em pessoas com deficiência) e à Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero.

Em março de 2021, a ArcelorMittal Brasil anunciou a meta de 30% de mulheres entre empregados até 2030, além de 25% de mulheres na liderança seguindo a meta mundial. Em junho, a empresa aderiu à Transempregos, maior projeto de empregabilidade de pessoas trans no país.

Você foi a primeira diretora C-Level ao assumir a diretoria de negócios de aços longos da América Latina, na ArcelorMittal. O que isso representou para você e como foi esse passo na sua carreira?

Desde 2017 atuava como Diretora de Pessoas, Comunicação, Investimento Social e Inovação, ligada ao CEO de Aços Longos LATAM, sendo a primeira mulher a atuar no C-level deste negócio.

(Na imagem: Paula Harraca)
(Divulgação G4 Educação / ArcelorMittal)

“Nunca olhei para um cargo como fim, e sim como meio. Para mim, estar no C-level da companhia é ter a oportunidade e a responsabilidade de promover transformações profundas e duradouras, de transcender além dos muros e impulsionar mudanças que influenciam não só o ambiente corporativo, mas também o ecossistema de negócios.”

Após quase 19 anos de ArcelorMittal, o Brasil é o lugar onde atuo há mais tempo, onde me sinto em casa e onde venho promovendo uma evolução da cultura organizacional da multinacional de aço. 

Um dos marcos em minha atuação foi o lançamento do Açolab, primeiro hub de inovação da indústria siderúrgica no mundo. O espaço está conectado a 7 mil startups (cerca de 50% do total de startups brasileiras). 

E foi pelo Açolab que a ArcelorMittal recebeu várias premiações, entre elas, ser Top 2 Open Corp dois anos seguidos, além de ter sido escolhida a empresa mais inovadora do Brasil pelo Estadão e pelo ranking FIA em 2020.

Eu fui reparar o impacto que era ser uma mulher promovendo essa transformação numa indústria tão tradicional algum tempo depois. Foi quando eu mesma tomei consciência do desafio imenso da diversidade e inclusão, e reparei que de fato a representatividade feminina é muito baixa.

“Não tem sido fácil chegar até aqui, de fato em várias oportunidades pensei em desistir. Mas após duas promoções estando grávida e tendo passado por tanta coisa, minha resiliência e perseverança só cresceram. E olhando para tanto que ainda precisa ser transformado, minha vontade de fazer acontecer esse mundo melhor só se fortalece com as adversidades.”

A ArcelorMittal inaugurou um novo capítulo em sua história centenária ao criar uma diretoria de estratégia e transformação de negócio que congrega relevantes agendas do futuro da indústria do aço e da sociedade em uma mesma estrutura e reflete sobre o papel de liderar. 

Leia também: Mercado de UX conta com 51% de mulheres no Brasil

Você se denomina Diretora de Futuro da ArcelorMittal. Você criou esse nome e como é sua atuação dentro da área?

“Eu acredito que liderar é promover uma convergência de propósitos e valores, convidar as pessoas a escreverem juntas o futuro, ajudando cada uma a encontrar o seu lugar de potência e se tornar sua própria melhor versão.”

Estão sob o mesmo guarda-chuva as áreas de Estratégia, ESG, Inovação, Venture Building (Novos Negócios), Açolab, Cultura organizacional, Diversidade e inclusão, Business Transformation Office, PMO (Project Management Office), Comunicação e Branding e Investimento Social (Fundação ArcelorMittal).

O segmento de aços longos da ArcelorMittal entende que os 100 anos são uma excelente oportunidade para escrever o futuro e que “em time que está ganhando se mexe sim”.

A criação da Diretoria do Futuro representa uma materialização do seu protagonismo como agente da transformação na indústria do aço e na sociedade. As decisões tomadas agora permitem ir além do discurso, concretizando ações e práticas efetivas a caminho do futuro. 

Sabemos que nosso papel não se limita a produzir e vender soluções em aço. 

Queremos fortalecer nossa estratégia de colocar as pessoas no centro das decisões, apoiar e fomentar causas conectadas ao negócio, valorizar a diversidade. E essa transformação vai ser conduzida por um time só, que busca continuamente construir uma empresa que esteja alinhada com o que a sociedade quer que exista ao longo dos próximos 100 anos.

Vivemos uma nova realidade com muitas mudanças e um mundo extremamente volátil. A entrada da tecnologia em profissões que jamais imaginávamos e a intensa busca dos profissionais pelo emprego dos sonhos são exemplos da atualidade. Nesse cenário, onde você acredita que a tecnologia é melhor e onde o ser humano é essencial?

Vivemos uma nova realidade com muitas mudanças e um mundo extremamente volátil. A entrada da tecnologia em profissões que jamais imaginávamos e a intensa busca dos profissionais pelo emprego dos sonhos são exemplos da atualidade. Nesse cenário, onde você acredita que a tecnologia é melhor e onde o ser humano é essencial?

Vivemos um momento inédito na história, com impactos nas pessoas, nas organizações e na sociedade. 

O atípico cenário pandêmico acelerou várias mudanças que estavam sendo impulsionadas por tecnologias disruptivas desde a quarta revolução industrial, mas há uma transformação mais profunda que precisamos perceber, entender e impulsionar, pois esta não é impulsionada pela tecnologia digital, mas sim pelo toque humano.

Enquanto as máquinas estão se tornando cada vez mais eficientes em FAZER, as pessoas devem se tornar melhores em SER. Imaginação, intuição, integridade, empatia, amor são aspectos essencialmente humanos que as máquinas não podem copiar e que precisamos “desbloquear”, fomentar e alavancar.

(Na imagem: Paula Harraca)
(Divulgação G4 Educação)

“Nunca foi tão relevante pensar sobre a sustentabilidade da humanidade como hoje: rever os valores que movem a sociedade e o mundo dos negócios. É fundamental para nós compreender os impulsionadores de mudança subjacentes e começar a projetar e construir juntos a humanidade que queremos nos tornar.”

Bem-estar, felicidade, impacto ambiental e social, respeito, justiça, diversidade e inclusão.  Esses são alguns dos novos princípios que estão permeando as relações humanas, e isso inclui o mundo dos negócios.

A incerteza incomoda, porque não temos controle da situação. Como a gestão de mudança pode ser aplicada nestes momentos?

O ser humano muda por dois motivos: por necessidade ou por paixão. A necessidade é um grande impulsionador na busca por algo melhor, que nos motiva a fazer diferente. A paixão e a vontade de ser melhor é outro grande promotor das mudanças e da evolução humana. 

Neste mundo que já não é VUCA, agora é BANI (frágil, ansioso, não linear e incompreensível), a única certeza é de que o mundo está em constante movimento e que podemos escolher duas atitudes: assistir a transformação, ou sermos parte dela, liderando os processos transformacionais e promovendo as mudanças. 

Não é ignorando as transformações que impedimos que elas aconteçam. Elas acontecem de qualquer jeito, cabe a gente escolher se seremos espectadores ou atores protagonistas dessa história.

“Então, para mim, que já morei em 6 países e 19 residências diferentes, mudar tem sido um exercício de protagonismo, de honrar as minhas escolhas e de olhar para frente, com desapego daquilo que deixo para trás, e abraçando de corpo e alma aquilo que escolhi para o meu presente e para o meu futuro.”

“A inovação está nas pessoas. São as pessoas que ousam criar algo novo. São as pessoas, inclusive, que trazem a tecnologia para alavancar as soluções que estão sendo desenvolvidas”. Essa frase foi dita por você em uma entrevista para a CBN. Como é trabalhar constantemente para trazer inovação dentro do ambiente corporativo e também valorizar as pessoas, tão importante para as empresas?

Conforme comentei anteriormente, é cada vez mais necessário entender os impactos dessas transformações a partir de uma perspectiva holística e integrada, de modo a permitir um novo caminho para o crescimento sustentável da humanidade. 

“Centrar nossas decisões no bem-estar dos seres humanos e da sociedade é a chave para moldarmos um mundo melhor. Seja como alunos, líderes empresariais, funcionários, clientes, cidadãos, comunidades, proprietários de capital. O fato é que não podemos perder esta oportunidade.  O convite é para sermos protagonistas dessa transformação.”

Nesse sentido, são as pessoas que irão escolher as tecnologias que viabilizam, não apenas a melhoria da eficiência dos processos internos do negócio, como também criar novas experiências de consumo, e novas propostas de valor e relacionamento com os clientes, colaboradores, acionistas e sociedade.

A inovação tem um papel fundamental, valorizando o protagonismo das pessoas e engajando elas para cocriar soluções inovadoras junto com o ecossistema, a partir de estratégias claras que vão alavancar as vantagens competitivas da companhia e responder a demandas que não são apenas do setor, mas que são também contemporâneas de toda a sociedade.

A ArcelorMittal tem o compromisso de ter 25% de mulheres na liderança. Como tem sido esse processo e como vocês trabalham para manter e até superar essa meta que foi estabelecida?

Está sendo um processo de humildade, de muito aprendizado e empoderamento, dando voz às pessoas com representatividade dos grupos minoritários, e dando a esses grupos o poder de propor as iniciativas que estamos implementando para evoluirmos neste assunto tão importante. 

O grupo de equidade de gênero trabalha cinco objetivos estratégicos: engajamento de lideranças, conscientização sobre o tema, carreira, políticas e benefícios e tração na operação.

(Na imagem: Paula Harraca)
(Divulgação G4 Educação / ArcelorMittal)

Atualmente, dos cerca de 17 mil colaboradores da ArcelorMittal Brasil, 14% são mulheres. Na área operacional, 7% são mulheres, e em cargos de liderança, 9%. Algumas das iniciativas para acelerar o processo de equidade de gênero dentro da empresa são:

  • Nosso Programa “Porta de Entrada” (formação de 2 anos para entrar na operação da ArcelorMittal em parceria com SENAI) aumentou de 67% na representatividade de mulheres na turma de 2020 na comparação com a edição de 2018. 
  • Programa de Mentoria para mulheres no mundo inteiro e também no Brasil, para incentivar o desenvolvimento e a possibilidade das mulheres chegarem ao topo da empresa.
  • Programa Mestre ArcelorMittal – programa de capacitação de profissionais da construção civil – ofereceu cursos de formação para mulheres na área de Construção no ano passado. Em 2020, tivemos o primeiro em formato online e com participação da Bia Kern (fundadora da “Mulher em Construção”). Dos 668 participantes, 258 eram mulheres (39% do total).
  • Outra ação importante é o lançamento do Programa da Fundação ArcelorMittal chamado “STEM Girls”, iniciativa voltada para meninas de 13 a 18 anos, com o objetivo de contribuir para a melhoria do ensino e aprendizagem da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Em função da pandemia, o programa foi adaptado para o ambiente virtual e atendeu 526 meninas na pandemia. A proposta é inspirar filhas de funcionários e funcionárias, além das meninas das comunidades onde estamos presentes, com a presença de meninas inspiradoras, que atuam nas áreas STEAM, em conversas com mulheres profissionais da ArcelorMittal. 
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